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As provas serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, sendo que no primeiro fim de semana os participantes devem responder a 45 questões das disciplinas de Linguagens, 45 questões de Ciências Humanas e escrever a redação dissertativa-argumentativa. Já no segundo fim de semana, serão 45 questões de Ciências da Natureza e 45 questões de Matemática e suas Tecnologias.
Para auxiliar os mais de 3 milhões de inscritos, especialistas do Anglo Vestibulares, Sistema de Ensino pH e Colégio Anglo Chácara reuniram seis dicas para essa reta final.
1 – Conheça o formato e estilo da prova
Para André Freitas, Gerente de Projetos Pedagógicos do Sistema pH, é o momento do estudante se familiarizar com o exame e ter consciência de quanto tempo leva para resolver as 90 questões prevista para cada dia de prova. “É importante que o aluno faça simulados para saber como se comporta diante de diferentes situações. Por exemplo, quando o enunciado é grande ou quando precisa de mais tempo para entender uma pergunta e pensar em estratégias para resolver. Essas experiências vão acontecer com no dia do Enem e ele precisa estar preparado.”
Para o coordenador do Anglo Vestibulares Heitor Ribeiro essa dica também é fundamental e reforça que o exame não pede somente conteúdo. “É preciso lidar com a desatenção, o estresse, ansiedade e cansaço. Saber como a prova se parece já representa um ganho” afirma. Entender o conteúdo que pode ser cobrado é essencial e, para isso, provas antigas e simulados são ótimos aliados. O coordenador aconselha que quem vai prestar o Enem vá atrás do exame nos últimos anos, pois, desde 2016, a avaliação demanda quase os mesmos conhecimentos, em medidas similares.
2 – Faça redações com proposta de intervenção
A redação do Enem costuma ser motivo de apreensão, por conta do tema ser desconhecido até o dia da prova. No entanto, estar bem preparado para estruturar o texto é uma grande ajuda. “Produzir duas redações na semana é perfeito para se adaptar ao modelo de texto do Enem, que costuma se diferenciar dos demais vestibulares por conta da proposta de intervenção” sugere Heitor.
3 – Faça a correção das redações
André, do pH, reforça a necessidade de correção dessas redações. “É importante que os estudantes busquem a correção das redações que fizeram ao longo do ano. Metade do trabalho está na correção e na identificação de alguns padrões de erros ou de problemas que limitam a nota do aluno na redação, que é uma das notas mais importantes para o sucesso no Enem.”
4 – Durante o exame faça pausas e antes dele cuide do corpo e da mente
Para o coordenador do Anglo Vestibulares, horas sem se alimentar, se hidratar ou descansar um pouco com toda certeza impactam negativamente no desempenho na prova. Pensando nisso, o candidato deve planejar o tempo visando pequenos descansos. O autoconhecimento é chave: saiba por que bloco de questões começar, qual deixar por último e identifique quais enunciados merecem desprender de mais tempo. Por fim, no dia anterior ao exame, os estudantes necessitam de uma boa noite de sono e uma alimentação composta por comidas leves e nutritivas.
5 – Fique atento ao ‘ritual’ dos vestibulares
Uma das partes mais importantes da realização dos exames é o momento que os antecede. Separar os documentos necessários, se alimentar e descansar bem, chegar com antecedência ao local da prova. Na teoria essas ações podem parecer simples, mas muitas pessoas as subestimam ou esquecem de sua importância. “O estudante deve priorizá-las e ter em mente que é um procedimento que acontece sempre no Enem”, afirma Lucas Seco, diretor do Colégio Anglo Chácara Santo Antônio. Por isso, ele aconselha que o aluno se atente ao local de prova assim que tiver acesso ao endereço e faça o percurso antes do dia da prova para que consiga cronometrar o tempo de chegada. O ideal é estar no local com 1h de antecedência para evitar imprevistos e contratempos.
6 – Durante os estudos finais, categorize as questões por nível de dificuldade
Lucas ainda sugere que, ao realizar simulados ou a prova em questão, o candidato pode identificar quais são as perguntas fáceis, de dificuldade média e as difíceis. Esse método evita que o estudante fique refém de enunciados complexos ou de conteúdos que não se lembra ou tem menos familiaridade.

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