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Atendendo ao apelo de alunos que frequentam as unidades da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) no interior do estado, a deputada Alessandra Campêlo (MDB) subiu à tribuna na quarta-feira (14) para pedir a reabertura imediata dos restaurantes universitários em municípios onde a universidade está presente.

A parlamentar citou a iniciativa da Secretaria de Estado de Educação e Desporto (Seduc), que desde o início da pandemia ocasionada pelo novo coronavírus, se prontificou em distribuir kits de alimentação para os alunos da rede estadual de ensino. Segundo Alessandra, é na universidade que muitos estudantes fazem sua principal refeição, com preço acessível e qualidade.

“Da mesma forma que a UEA está comprando e distribuindo chips de internet para que os alunos assistam às aulas de forma remota, gostaria que o reitor desse acesso aos restaurantes no interior do estado. Aqui na capital temos restaurantes populares, mas nesses municípios, não. Durante a pandemia, muitos perderam os empregos e não tem condições de se alimentar corretamente. Precisamos garantir a segurança alimentar deles”, disse.

Além da alimentação, Alessandra solicitou a abertura dos laboratórios de informática, bibliotecas e áreas comuns para que os estudantes possam desenvolver suas atividades acadêmicas com o suporte tecnológico necessário, observando sempre as medidas sanitárias e de distanciamento.

Ainda na tribuna, a parlamentar destacou o ambulatório criado no hospital e pronto-socorro Delphina Aziz, que vai atender pacientes adultos e infantis que ficaram com sequelas causadas pela Covid-19.  O serviço, que começou a funcionar em outubro, inicialmente vai atender pacientes que se recuperam da doença, mas ainda estão internados e seguem sendo atendidos na própria unidade.

No ambulatório, esses pacientes irão realizar atividades de melhoria de fluxo respiratório, com condicionamento respiratório adequado.

Até o final do ano, esse serviço será reforçado com a inauguração do centro especializado em reabilitação, que ficará atrás do Delphina Aziz.

“Estamos nos preparando e saindo na frente para uma fase de pós-pandemia. A doença deixa sequelas mesmo em casos leves e é importante que trabalhemos na atenção a essas pessoas”, concluiu.


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