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Chegaram nesta segunda-feira (7) à cidade de Colônia, na Alemanha, os inspetores do Vaticano que vão analisar as denúncias de abusos sexuais cometidos por religiosos e por funcionários da Igreja entre os anos de 1975 e 2018.   

Os enviados são o cardeal de Estocolmo, Anders Arborelius, e o bispo de Roterdã, Johannes van den Hende, e na agenda de ambos há uma série de entrevistas reservadas com familiares das vítimas e críticos da gestão do cardeal Rainer Maria Woelki.   

Eles ficarão na diocese por, ao menos, uma semana. Ao fim da visita, eles farão um relatório diretamente para o papa Francisco.

Em março deste ano, um relatório de uma investigação interna com 800 páginas apontou 314 vítimas de abusos sexuais entre os anos de 1975 e 2018, em atos que teriam sido cometidos por 202 religiosos e laicos. Cerca de metade das vítimas tinham menos de 14 anos na época dos crimes, mas há também adultos abusados.   

O documento, porém, isenta Woelki de acobertar os crimes, apesar do religioso ter tentado impedir a publicação do relatório. (ANSA)


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