Prefeito David Almeida (Avante) em entrevista ao programa Pensa Comigo, da TV Norte (Foto Reprodução)
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O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), depois de degustar por breve temporada o gostinho de governar o Amazonas e de se eleger prefeito de Manaus, derrotando ninguém menos do que Amazonino Mendes, a maior liderança política do estado, sonha com voos mais altos, bem mais alto do que o limite de seus devaneios.

Maravilhado, David Almeida esquece, todavia, que pode cair, como caiu Ícaro que não deu importância para os conselhos de seu pai e resolveu voar bem alto como se fosse um deus poderoso.

Ícaro voou da ilha de Creta, caiu no mar Egeu e morreu afogado. Seu pai nada pode fazer e assistiu tudo agoniado.

Em entrevista ao programa “Pensa Comigo”, transmitido pela TV Norte Amazonas, apresentado pela jornalista Samira Benoliel, David Almeida declarou que a hipótese de lançar um nome para o governo do Amazonas não está descartada.

Um nome, segundo ele, de seu “grupo político”, independente e comprometido em apoiar Jair Bolsonaro à reeleição para a Presidência da República.

Delírio jornalístico? Não, é fato.

De acordo com a longa entrevista concedida, David Almeida não parou de “voar” e declarou que qualquer conversa em busca de seu apoio para às Eleições 2022 começa pela indicação, por parte dele, do vice na chapa.

Eita pau pereira.

Durante a entrevista, David Almeida não faz questão de esconder a sua falta de modéstia ao declarar que não é o candidato do seu grupo político ao governo do Amazonas porque tem um compromisso a cumprir: deixar a sua marca como prefeito de Manaus.

Aproximando-se do exibissionismo ele descartou a possibilidade de concorrer como candidato de seu grupo as eleições em 2022.

Disse que a “tentação é grande”, mas que precisa deixar uma marca na sua gestão em Manaus.

“A a tentação é grande. Mas eu sou um homem resistente à tentação. Não posso passar pela cidade de Manaus sem deixar minha marca. Preciso fazer um gol”.

Leia matéria completa aqui

http://http://www.rosiene.blog.br/eleicoes-2022-no-minimo-temos-que-indicar-o-vice/


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