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FAHRENHEIT 451, obra-prima de Ray Douglas Bradbury, americano, nascido em 22.08.1920 e falecido em 06.07. 2012.Essa foi a obra que o lançou mundialmente como um dos grandes escritores do século XX, ao lado de George Orwell e C. S. Lewis e Aldous Huxley.

É uma narrativa distópica. Nela o autor convida o leitor a refletir a respeito de uma sociedade em que os bombeiros não combatem o incêndio e o fogo. Ao revés, eles os fazem. E o material de combustão são os livros e seus leitores contumazes e rebeldes, os quais insistem em ler o que lhes é proibido.

Tudo ia muito bem. Todavia eis que o bombeiro Guy Montag resolve guardar alguns exemplares antes de os livros serem incinerados.

Mais um detalhe: o Chefe dos Bombeiros, Beatty, tem muitas obras literárias em sua residência. Então como conciliar essa questão?

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        Beatty, então, explica:

– O crime não é ter livros, Montag, o crime é lê-los! Sim, é isso mesmo. Eu tenho livros, mas não os leio.

Se você, caro leitor, quer ter uma ideia de como é esse mundo distópico, sem livros, sem escolas, sem universidade, sem professores, sem alegria e sem razão válida para viver, assim que puder adquira logo um exemplar de Fahrenheit 451 e boa leitura.

“Quem lê, entenda!” – Mt 24:15.


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