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Foi durante a gestão do Coronel Menezes frente à Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) que foi desenhado o pacote de medidas previstas pelo Decreto n° 10.521 que aumenta o alcance dos incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus, aprovado, ontem, pelo presidente Jair Bolsonaro, segundo informou o candidato à Prefeitura de Manaus pelo Patriota, coronel Menezes, em entrevista a TV Amazonas Diário, ocorrido na noite da sexta-feira, 16/10.

Com a publicação, empresas estabelecidas na chamada Amazônia Ocidental e no Amapá poderão pedir isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e redução do Imposto sobre Importação (II) para bens ou serviços de tecnologia e comunicação.

“Trabalhamos muito para desenhar esses benefícios que foram assinados pelo presidente. Isso mostra o grau de comprometimento dele com a nossa região. Agora vai aparecer muitos pais da criança”, disparou Menezes, que comandou a autarquia por 16 meses e entre os benefícios conquistados em sua gestão foi resgatar o protagonismo da Zona Franca de Manaus.

Para os benefícios serem concedidos, há uma contrapartida importante: a empresa deverá investir, anualmente, pelo menos 5% do seu faturamento bruto em atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

Durante a entrevista, Menezes destacou algumas propostas que estão e seu plano de governo, como políticas públicas voltadas para homens, mulheres, idosos e crianças, assim como intervenções para o transporte coletivo, infraestrutura, segurança pública e educação.

Balanço

Na gestão de Menezes na Suframa, o Polo Industrial de Manaus (PIM) registrou o maior faturamento dos últimos 32 anos, R$ 105 bilhões, com dezenas de projetos aprovados no CAS e 92 mil empregos assegurados. Conseguiu resolver o problema do PPB (Processos Produtivos Básicos), revogando uma portaria que retardava o processo há dez anos. Resgatou, ainda, o Distrito Agroindustrial no município de Rio Preto da Eva. Aprovou vários projetos no setor primário e, por último, conseguiu iniciar a revitalização das ruas do Distrito Industrial, em parceria com à Prefeitura de Manaus. Havia R$ 150 milhões há oito anos, mas estava parado por questões políticas. Deu à dimensão que o CBA (Centro de Biotecnologia da Amazônia) precisava, com personalidade jurídica constituída. Ajustou também a parte de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento).


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