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O governo federal atualizou, na quarta-feira (13/1), as faixas de contribuição de trabalhadores da iniciativa privada ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A tabela de contribuição é destinada aos empregados, empregados domésticos e trabalhadores avulsos (que prestam serviço sem possuir vínculos empregatícios).

As alterações foram publicadas em portaria no Diário Oficial da União (DOU). O texto também oficializa o reajuste de 5,45% sobre benefícios acima de um salário mínimo (R$ 1,1 mil).

O sistema distribui a faixa salarial a ser descontada entre alíquotas de 7,5% a 14% para o regime privado. Veja como ficou a tabela após a correção aplicada pelo governo:

Desde a reforma da Previdência, as alíquotas são aplicadas de forma progressiva, o que significa que as taxas são cobradas sobre a parcela do salário que se enquadrar em cada faixa.

Logo, um trabalhador que ganha R$ 2 mil vai pagar 7,5% sobre R$ 1,1 mil (equivalente a R$ 82,5), mais 9% sobre os R$ 900 restantes (R$ 81). Logo, contribuirá um total de R$ 163,5.

A tabela com as novas faixas de contribuição começará a valer apenas a partir de fevereiro, uma vez que é relativa aos salários de janeiro. Assim, o pagamento efetuado neste mês segue a tabela do ano passado.

“O reajuste foi em janeiro, mas o trabalhador paga a contribuição em fevereiro”, explica a presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), Adriane Bramante. (Metrópoles)


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