No dia 30 de maio de 2017, o corpo do cabo PM, Paulo Sérgio da Silva Portilho, foi encontrado na invasão Buritizal, bairro Nova Cidade
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Na madrugada desta sexta-feira (24) foi encerrada pela 3ª. Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, o terceiro e último dia de Julgamento Popular dos réus acusados da morte do policial militar Paulo Sérgio da Silva Portilho, ocorrido no dia 26 de maio de 2017, no Buritizal no Bairro Nova Cidade. A Sessão foi encerrada com a leitura da sentença às 2 horas da madrugada. 

Os réus foram julgados por homicídio qualificado, ocultação de cadáver, corrupção de menores e tortura. Foram absolvidos os réus: José Cleidson Weckner Rodrigues, Henrique da Silva e Silva e Alex Azevedo de Almeida. 

Renata Lima e Rodolfo Barroso não compareceram ao julgamento; ela foi condenada a 15 anos e quatro meses de prisão em regime fechado e poderá recorrer da sentença para continuar cumprindo prisão domiciliar. Rodolfo foi condenado pelo crime de ocultação de cadáver em um ano e seis meses, e como respondia ao processo em liberdade, pode recorrer da sentença nessa condição.

Felipe de Souza Santos foi condenado a 24 anos e seis meses de prisão em regime fechado. Jeferson de Souza Farias foi condenado a 21 anos e seis meses de prisão em regime fechado.

Bruno Medeiros Mota foi condenado a 46 anos e dois meses de prisão em regime fechado. Willian Paiva Cavalcante foi condenado a 22 anos de reclusão em regime fechado.

Fábio Barbosa de Souza foi condenado a 39 anos e oito meses de prisão em regime fechado.

O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE/AM), por meio da 20.ª Promotoria de Justiça, destacou três promotores de Justiça para atuar na acusação: André Epifânio, José Felipe Fish e Carolina Maia.

Em alguns casos os réus ainda podem recorrer.

Caso

O PM foi visto pela última vez no dia 26 de maio, quando saiu da casa dele, no conjunto Águas Claras, bairro Cidade Nova, Zona Norte, por volta das 22h, para uma pizzaria no conjunto Campos Sales, no bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus.

Segundo as investigações, Portilho teria ido visitar um terreno na área da invasão, que era tomada pelo tráfico de drogas. No local, ele foi amarrado, esfaqueado e enterrado após ser identificado como policial militar.

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