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Não é de hoje que se sabe que as máscaras caseiras de qualquer tecido sem filtro, mesmo com três camadas, não oferecem uma real proteção contra o novo coronavírus quando comparadas às máscaras cirúrgicas de tripla proteção e filtro meltblown, que são apropriadas tanto para uso médico/hospitalar como para uso civil. Na Europa, países como Alemanha, Áustria e França já baniram o uso das máscaras caseiras, por um motivo urgente: conter a transmissão das novas cepas do vírus, que são mais contaminantes.

Com o surgimento de uma nova cepa no Brasil, identificada primeiramente na Amazônia e que já está sendo disseminada por todo o país, o Dr. Jorge Luiz Araújo Filho, consultor da máscara Pradix e do e-commerce Máscara Delivery Original, faz um apelo: “As máscaras caseiras de pano devem ser trocadas urgentemente pelas cirúrgicas, para que possamos conter a pandemia. Repito: já passou da hora de aposentar a máscara de pano. As pessoas precisam entender que, no contexto geral, trata-se de uma questão de vida ou morte, então o que pudermos fazer para diminuir o número de mortes e infecções é extremamente válido”, afirma o Dr. Jorge Luiz.

A superioridade das máscaras cirúrgicas de tripla camada, com filtro meltblown, com relação às de pano e caseiras, se dá por uma série de razões. O especialista em Biossegurança lista os motivos que o levam a defender o uso mais amplo da máscara cirúrgica de uso civil no Brasil:

– As máscaras cirúrgicas de tripla camada com filtro meltblown, como as da marca Pradix, são industriais, ou seja, são fabricadas e testadas especialmente para oferecer mais de 96% de proteção na retenção de partículas, inclusive aerossóis, mantendo um maior conforto respiratório. Elas são indicadas para o uso diário, porém devem ser trocadas sempre que ficarem úmidas e são a melhor opção em proteção e fluxo respiratório para que a pessoa proteja a si mesma e aos outros da Covid-19, com maior conforto respiratório (o que leva à maior adesão ao uso).

– A trama dos tecidos das máscaras caseiras de pano, que comprovadamente não têm a mesma eficácia de proteção que as máscaras cirúrgicas, com o tempo vai ficando cada vez mais aberta com as lavagens, filtrando cada vez menos. Já no primeiro uso, elas não são suficientemente seguras contra o novo coronavírus, como diferentes países europeus já estão apontando, baseados em diversos estudos.

– Já as máscaras de uso estritamente hospitalar, como as usadas nas UTIs (Unidades de Tratamento Intensivo), como a N95 e PFF2, não são viáveis para um amplo uso pela população por dois motivos: primeiro porque são extremamente desconfortáveis para respirar, o que leva ao uso displicente, e segundo porque são produzidas em menores escalas, para direcionamento prioritário aos hospitais.


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