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Os Estados Unidos realizaram, nesta sexta-feira (26/2), o primeiro ataque aéreo do governo de Joe Biden na Síria. A operação militar é uma resposta a tiros de foguetes que atingiram pontos estratégicos das forças ocidentais no Iraque.

Segundo informações preliminares do Observatório Sírio dos Direitos Humanos, os ataques destruíram três caminhões de munições que chegavam do Iraque em um posto de fronteira ilegal, no sul da cidade síria de Abu Kamal.

Ao menos 17 milicianos iraquianos foram mortos na ação, diz a organização.

“Há muitos mortos e todos os combatentes eram membros do grupo Hachd al-Chaabi”, disse o diretor da organização, Rami Abdel Rahmane, em referência à coalizão de paramilitares iraquianos pró-Irã.

Em comunicado, o porta-voz do Ministério da Defesa americano, John Kirby, classificou a operação militar como “defensiva”. Ele confirmou que os ataques destruíram “múltiplas infraestruturas situadas em um posto de fronteira que tem o apoio do Irã, principalmente do grupo Kataeb Hezbollah.”

De acordo com Kirby, a operação foi autorizada em resposta aos disparos recentes contra os funcionários americanos e a coalizão ocidental no Iraque. O porta-voz afirmou que os funcionários continuam sob ameaça. “A operação envia uma mensagem sem ambiguidade: Biden protegerá as forças americanas e da coalizão”, disse Kirby.

As forças ocidentais sofreram três ataques nos últimos dias, segundo agências internacionais. Em um deles, na segunda-feira, foguetes caíram perto da embaixada americana em Bagdá. Com informações de Metrópoles.


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