Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

O pré-candidato a prefeito de Manaus pelo partido NOVO, Romero Reis, na última sexta-feira (4), esclareceu que a política do conchavo, baseada na amizade, na troca de favores representa o atraso e a inércia. Defendeu a profissionalização da máquina pública municipal. “O que irá resolver os graves problemas de Manaus é conteúdo, é liderança, é experiência, é competência e, principalmente, boa fé. Sou o único representante da política moderna”.

Romero Reis salientou que a liderança adquirida no Exército Brasileiro, onde chegou ao posto de major, e  a gestão administrativa eficiente da RD Engenharia, empresa que constituiu há 25 anos e gera milhares de empregos, lhe conferem a experiência que Manaus precisa para evoluir.

“A implantação das boas práticas de gestão da iniciativa privada irão inserir uma nova dinâmica na administração pública. Não se pode inchar as secretarias com contratações desnecessárias sob pena de comprometer ainda mais o orçamento. O próximo prefeito de Manaus tem de capacitar os servidores e implantar ferramentas tecnológicas para que os serviços sejam prestados rapidamente e sem burocracia. Minha experiência na administração privada pode contribuir para o avanço que será benéfico para todos os manauaras”, ponderou Romero Reis.

Com 59 anos de idade, Romero é um jovem em se tratando de política. Filiou-se, em 2018, ao Partido Social Liberal (PSL) para apoiar o então candidato a presidência da República, Jair Messias Bolsonaro. Em outubro de 2019, saiu do partido por discordar de posicionamentos da cúpula do Amazonas. Filiou-se ao partido NOVO por compartilhar dos valores que colocam em primeiro plano o bem-estar social.

“Nós somos genuinamente um partido totalmente diferente dos que estão aí. Nós não aceitamos fundo partidário. Temos oito deputados federais. Todos eles não aceitam carro oficial, não aceitam motorista, verba de indenização, auxílio paletó, auxílio moradia. O NOVO devolveu R$ 36 milhões de fundo eleitoral. Nós achamos um absurdo usar verba pública para campanha e partido. Esse dinheiro é do povo e, obrigatoriamente, deve ser investido em saúde, educação, segurança…”, afirmou.

Devolução do Fundo Eleitoral

O partido NOVO devolveu ao Tesouro Nacional (TN) as verbas do Fundo Eleitoral de Financiamento de Campanhas (FEFC) a que teria direito para custear a divulgação de seus candidatos nas eleições 2020. O valor que corresponde a R$ 36,5 milhões voltou para o Governo Federal, que poderá utilizá-lo em ações direcionadas para a melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro.

Ao todo, o TN disponibilizou para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cerca de R$ 2 bilhões para serem empregados no pleito deste ano, conforme determina a Lei n˚ 9.504/97. Dos 33 partidos registrados na Corte Eleitoral, apenas o partido NOVO abriu mão do valor a que teria direito.

O TSE julgou este ano as contas dos partidos referentes a aplicação do Fundo Partidário em 2014, que correspondia a R$ 364 milhões. Das prestações de contas analisadas de 32 partidos (existentes na época), apenas uma foi aprovada integralmente.  Os partidos que tiveram suas contas reprovadas terão de devolver R$ 27 milhões (valor atualizado).


Compartilhe
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •