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Há muita gente preocupada com as mutações sofridas pelo novo coronavirus. Muitos se questionam: as vacinas até então produzidas continuam sendo eficazes? O que a Ciência sabe exatamente a respeito?

Em tempos de pandemia, em que todos nós atravessamos um momento difícil, valem alguns esclarecimentos:

1 – EM PRIMEIRO LUGAR, É PRECISO TER EM CONTA QUE A ÚLTIMA MUTAÇÃO DO NOVO CORONAVÍRUS, QUE JÁ SE FAZ PRESENTE EM ALGUNS PAÍSES DO MUNDO – Reino Unido principalmente – E AQUI MESMO NO BRASIL – com dois casos oficialmente confirmados pelo Instituto Adolfo Lutz – É MAIS CONTAGIOSO QUE SUA VERSÃO ANTERIOR, PORÉM, SEGUNDO OS PESQUISADORES não há evidências que ele seja MAIS LETAL.

É importante fazer essa distinção para, de uma certa forma, ACALMAR OS ÂNIMOS.

2 – Ser mais contagioso não significa que ele seja mais letal o que, se assim fosse, agravaria a situação da pandemia no mundo. Isso significa que, embora a variante do vírus seja mais facilmente transmissível entre os seres humanos, ele NÃO MATA COM MAIS AGRESSIVIDADE/RAPIDEZ QUE SEU ANTECESSOR.

Portanto, ACALMEM-SE. Não vamos tirar conclusões precipitadas.

3 – O fato de a nova mutação não ser mais letal que sua versão anterior NÃO PROMOVE NENHUMA MUDANÇA NOS PROTOCOLOS MÉDICOS. Ao contrário, por ser mais contagioso, os cuidados devem ser redobrados nas regiões onde esta mutação está circulando. Conforme disse, aqui no Brasil, apenas em São Paulo foram identificados oficialmente dois casos. Evidentemente que isso não garante que em outras partes do Brasil a nova mutação não esteja circulante. Torcemos que não.

4 – Segundo a Organização Mundial de Saúde, o novo Coronavirus apresenta uma média de duas mutações por mês. Apesar de um tanto quanto assustador, ela lembra que o vírus da gripe comum apresenta um número de mutações muito superiores aos do novo coronavírus. Em síntese: as mutações do novo coronavirus ocorrem MAIS LENTAMENTE QUE O VÍRUS CAUSADOR DA GRIPE COMUM.

5 – De acordo com os pesquisadores, as mutações do novo coronavírus SÃO LOCALIZADAS. Esta última, por exemplo, alterou apenas uma cepa do vírus, NÃO SUA TOTALIDADE. Ou seja, AS MUTAÇÕES ACONTECEM EM REGIÕES DO VÍRUS. ISSO É UMA ÓTIMA NOTÍCIA, POIS O VÍRUS, A RIGOR, NÃO PERDE A SUA IDENTIDADE, ISTO É, ELE CONTINUA SENDO O MESMO VÍRUS APRESENTANDO APENAS PEQUENAS VARIAÇÕES.

TRATA-SE DE UMA ótima notícia PORQUE, DESSA FORMA, AS VACINAS CONTINUAM EFICAZES CONTRA O VÍRUS. HAVENDO NECESSIDAE, ELAS PODERÃO SOFRER TAMBÉM ALTERAÇÕES EM SUAS COMPOSIÇÕES – principios ativos – A FIM DE COBRIR EVENTUAL REGIÃO DO VÍRUS QUE POSSA, DE UMA CERTA FORMA, AMEAÇAR SUA EFICÁCIA.

OS CIENTISTAS JÁ AFIRMARAM QUE ESTÃO PRONTOS PARA PROMOVEREM EVENTUAIS ALTERAÇÕES NAS VACINAS, CASO SEJA NECESSÁRIO.

A PROPÓSITO, AS VACINAS QUE USAM A TÉCNICA DO RNA Mensageiro SÃO MAIS FACILMENTE ADAPTÁVEIS A TAIS ALTERAÇÕES.

PORTANTO, acalmem seus corações!!!

DEUS NO COMANDO E A CIÊNCIA COMO PARCEIRA!!

VAMOS VENCER!!!

Para saber mais. Copie e cole esse link no seu navegador:  https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/12/23/nova-variante-da-covid-no-reino-unido.htm?fbclid=IwAR1CROCqI3lzyx7cQwJsoqtDmgOqpDnkfGKgRgNpELi2o00FOVIXJfJBrJc

Alipio Reis Firmo Filho

Conselheiro Substituto – TCE/AM e Doutorando em Gestão


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