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A solidariedade é um dos valores cristãos que mais precisa ser praticado nos dias de hoje, principalmente pela crise que estamos passando. A pandemia de Covid-19 já destruiu o emprego de milhares de famílias e muitas pessoas, no Brasil e no Mundo, estão passando fome.       

Por isso, somos da opinião de que não basta apenas ficar orando ou rezando dentro de igrejas, templos bonitos e luxuosos, se ao sair dali somos incapazes de distribuir um prato de sopa para quem passa fome.

            Por falar em fome, em especial no Amazonas, famílias inteiras estão precisando de nossa ajuda. É tanta gente passando fome na nossa rua, no nosso bairro, na nossa cidade, que muitas vezes não sabemos quem ajudar.

            No entanto, fica aqui uma dica: olhe para o seu vizinho, talvez esteja aí a oportunidade para você exercitar o cristianismo de forma concreta. Quem é verdadeiramente seguidor(a) do Mestre Jesus precisa parar de pensar apenas em si e passar a pensar mais nos outros.

Quando Jesus Cristo esteve entre nós, Ele deixou bem claro em suas pregações: “Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância” (João 10:10). Por isso, o verdadeiro cristão é aquele que promove à vida, e não quem promove à morte.

Assim, o que se chama solidariedade, visto à luz do cristianismo, é o princípio da caridade e do amor ao próximo. Promover a felicidade do outro é algo profundamente ligado ao cristianismo.

O brasileiro precisa aprender a ser solidários todos os dias, nas pequenas coisas, e não somente nas grandes tragédias. Não é de grão em grão que a galinha enche o papo?

Além da família e da igreja, pensamos que a escola é o local ideal para se praticar a solidariedade. Ser solidário na escola é ser atento as necessidades materiais, emocionais e intelectuais dos estudantes.

Na escola, o estudante precisa aprender que ser egoísta não beneficia ninguém. O caminho da felicidade é a solidariedade. Quem é feliz deseja sempre a felicidade do outro.

Quando o estudante é ensinado a ser solidário, ele aprende que não há nada que não possa ser superado. Ele aprende, por exemplo, que é ajudando quem precisa que o conhecimento se torna real, concreto. Ao fazer isso, o estudante aprende que ser solidário é ser cidadão. A cidadania não se faz com egoísmo e sim com gestos concretos de amor e respeito ao outro.

Por fim, não devemos aprender na escola apenas a somar, dividir, multiplicar, ler, interpretar, mas viver intensamente o amor, o respeito e a solidariedade. Uma pessoa inteligente não se preocupa apenas com a sua vida, mas com a vida dos outros. Sejamos inteligentes, sejamos solidários!

Luís Lemos

Filósofo, professor universitário e escritor, autor do livro: “Jesus e Ajuricaba na Terra das Amazonas”.
Instagram: @professorluislemos
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC94twozt0uRyw9o63PUpJHg


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